domingo, 1 de novembro de 2015

Curiosidades

VOCÊ SABE O QUE SÃO AVES DE RAPINA?


É muito comum sair um assunto em uma roda de amigos, na faculdade ou até mesmo no trabalho e você não fazer ideia do que aquelas pessoas estão falando, e quando te perguntam sobre, a única coisa a fazer para não ficar constrangido é balançar a cabeça, sorrir ou dizer "hum, é mesmo?". Agora você vai ficar informado, para quanto te perguntarem sobre aves de rapina não precisar passar por essas situações  consideradas "desagradáveis".

As aves de rapina é um termo utilizado para caracterizar as aves carnívoras que apresentam determinadas adaptações para a caça ativa. No geral elas possuem um bico curvo e afiado, garras fortes e poderosas, além de uma excelente audição e visão. Estas pertencem ao grupo de águias, gaviões, falcoes, corujas, abutres e urubus.

Esses tipos de aves são encontradas em praticamente todos os continentes e nos mais variados habitats, desde as matas tropicais ate nas montanhas mais elevadas. A variedade de formas e tamanhos chega a ser impressionante, havendo representantes com pouco mais de 50 gramas ate águias imponente com mais de 9 quilos.

No Brasil, encontra-se uma das mais poderosas aves de rapina do mundo, o gavião real (Harpia harpyja), também chamado de Harpia. Esta ave possui mais de dois metros de envergadura e um metro de comprimento, e caça animais como preguiças, macacos e ate filhotes de veado; vive na floresta amazônica e nos trechos mais preservados da Mata Atlântica.


Texto: Eduarda Ramos

sábado, 31 de outubro de 2015

Bouba Aviária

Bouba aviária


A bouba aviária é causada por um vírus de dispersão lenta, e acomete galinhas e perus, causando nódulos na pele dos animais. Esta
 virose acontece com mais frequência em épocas quentes e chuvosas, e em locais próximos a águas paradas, esse fato deve-se ao fato do transmissor da doença ser o mosquito. 
As lesões causadas pela bouba, geralmente, agride somente a região da cabeça e região superior do pescoço, porém podem ocorrer também lesões generalizadas em todo o corpo das aves.









SINTOMAS:

A doença causa febre; tristeza e penas arrepiadas; nódulos na crista, barbelas, cabeças, pernas e pés; lesões ao redor das narinas, que podem levar a produção de catarro; Há também lesões sobre as pálpebras que podem produzir lacrimejamento e, eventualmente, perda da visão; e também placas e bolhas na boca.

PREVENÇÃO:

A prevenção dessa virose se dá através da vacinação de todo o plantel, com a vacina do vírus vivo; A desinfecção dos galinheiros ou granjas também é uma das formas de prevenir está virose. O escoamento de poças de água paradas é também uma forma de combater os mosquitos que são os vetores de transmissão da doença.

Texto: Eduarda Ramos 

MÉTODOS DE CONTROLE DAS DOENÇAS AVIÁRIAS


  • Isolamento: O isolamento tem como finalidade impedir que os agentes infecciosos penetrem no ambiente das aves. Este deve ser uma preocupação por ocasião da construção dos aviários, recomendando-se que sejam isolados de ouros criatórios e que se controle o acesso de homens e animais. Outras instalações que devem ser pensadas são os locais para a quarentena, onde os novos indivíduos adquiridos ou de fora possam ser alojados por um período máximo de 10 dias para observação e até vacinação preventiva, antes de manterem contato com as aves já presentes no plantel.
  • Higiene: A higiene tem como finalidade prevenir doenças e preservar a saúde. Pode-se que quase todas as doenças dependem de higiene para não se desenvolverem. Por tudo o que foi escrito e lido achamos que este é o ponto mais importante para quem quiser ter sucesso na sua criação. A higiene não está restrita apenas aos ambientes mas a todos os utensílios, comedouros, bebedouros, poleiros etc; Esta higienização deve ser feita de 15 em 15 dias ou menos com água e creolina a 2%. 
  • Vacinação: As aves vacinadas passam para os pintos os anti-corpos para os primeiros dias de vida. Este método é fundamental no quesito de prevenir doenças.



Texto: Guilherme Salles 



Você sabia?



A
Salmonella é uma das causas primárias de intoxicações alimentares no mundo. Os surtos têm sido associados com o consumo de produtos avícolas crus e contaminados e tornaram-se um sério problema de saúde pública. O objetivo do controle é disponibilizar alimentos livres de Salmonella aos consumidores finais.

Nas aves, as salmonelas persistem no intestino, exceto em aves jovens em que foram descritas altas mortalidades, sem sinais clínicos, invadem a corrente sanguínea e chegam a diferentes órgãos internos, favorecendo a contaminação de carcaças e ovos. A prevenção da salmonelose constitui-se uma preocupação prioritária das autoridades sanitárias dos países, bem como de organismos regionais e internacionais, da indústria e produtores avícolas. 

PREVENÇÃO E CONTROLE:


  • Algumas substâncias purificadas, como os β-glucanos, foram definidas como substâncias abióticas, que ao serem adicionadas no alimento podem regular ou influenciar a resposta imune contra alguns agentes patogênicos como a Salmonella. Estas substâncias potencializam a imunidade do trato digestivo e são derivadas da parede celular de fungos, leveduras e alguns cereais (ex. aveia). 


  • As vacinas são substâncias, que ao serem introduzidas no organismo, suscitam uma reação do sistema imunológico semelhante à que ocorreria no caso de uma infecção por um determinado agente patogênico, para proteger o organismo desse agente. A vacinação como método de prevenção e controle de Salmonella, deve atender basicamente a três aspectos:

  1. prevenir ou reduzir a colonização intestinal; 
  2. prevenir a infecção sistêmica; 
  3. reduzir ou prevenir a excreção fecal. Prevenindo a infecção sistêmica se reduz a colonização no trato reprodutivo e, portanto a transmissão vertical do microrganismo. Reduzindo a colonização intestinal e excreção fecal se reduz também a contaminação da carcaça, ovos e meio ambiente (cama), relacionada com a transmissão horizontal da bactéria.


    Texto: Eduarda Ramos 

Colibacilose

Colibacilose

 A Colibacilose é uma doença causada pela bactéria Escherichia Coli, que ocorre em aves imunossuprimidas comum na avicultura, e é considerada uma grande causadora de prejuízos neste setor.
 Além de acometer os intestinos de aves, essa bactéria acomete também os mamíferos, sendo eliminada (bactéria) juntamente nas fezes. Portanto, a profilaxia fundamental é a higiene nos ambientes de criação.Os pintinhos podem nascer contaminados devido à contaminação das cascas dos ovos ou ainda, contaminar-se no pinteiro.


SINAl CLÍNICO E LESÕES:

 Um sinal clinico muito evidente é a Onfalite (infecção no umbigo) em pintinhos devido a contaminação através da casca do ovo (70% dos casos de onfalite, ocorre transmissão transovariana); 

Essa bactéria atinge aves de 4 a 9 semanas, evoluindo para septicemia quando tem associação com outros agentes que lesem trato respiratório superior.

Os sintomas também podem estar localizados nas articulações, causando artrite.Pela gravidade e difusão de sintomas, é doença que pode causar grande mortalidade.




PREVENÇÃO E CONTROLE:

Boas condições de manejo e biossegurança são ideais a seguir para prevenir e controlar esta bacteriose. Ter cuidado no manejo de ovos para evitar a contaminação da casca.

TRATAMENTO:

São sensíveis a maioria dos desinfetantes (amônia, iodo, fenóis, etc); Podem ser tratados com antibióticos; O melhor tratamento é evitar fatores predisponentes.

Texto: Eduarda Ramos
Fonte: www.labmor.ufpr.com.br




Leucose Aviária


Leucose Aviária


A leucose aviária é uma doença neoplásica viral, semelhante a leucemia, que induz a formação de tumores na Bursa de Fabricius ( órgão linfóide, onde são formados os linfócitos B, responsáveis pela produção de anticorpos) e pode ocasionar o aparecimento de tumores em outros órgãos .
Diversas espécies de aves podem ser afetadas. A maior freqüência dessa doença ocorre em frangos de corte e galinhas de postura, perus e codornas.

Transmissão:

Sua transmissão pode ocorrer basicamente de duas formar, vertical, na qual ocorre a contaminação do sua progênie pelo ovo infectado, e horizontal, onde aves e insetos são responsáveis pela transmissão.


Sintomas:

·         Desenvolvem tumores
·          Manifestam prostração e fraqueza
·         Crista pálida
·         Aumento do abdômen
·         Presença de manchas na pena
·         Na fase terminal da doença as aves podem apresentar diarréia com fezes esverdeadas
·         Intensa multiplicação intravascular de eritroblastos
·         Fígado, baço e rins apresentam uma coloração avermelhada
·         Sangue com coloração vermelha clara e aquosa

Crista pálida

Tratamento:
Não há tratamento eficaz para esta enfermidade, uma vez que não existe vacinas para combater o vírus. Porém, quando o local onde se encontra as aves é bem higienizado (desinfectado), previne que aves infectadas transmitam essas doenças para outras, ou seja, evitando que esse vírus se espalhe e a doença seja propagada.


Epidemiologia:

Geralmente afeta aves jovens entre 2 e 7 semanas de idade.

Prevenção e Controle:

·         Manejo;
·         Melhoria nas condições de higiene.

Tumor Hepático


Fonte: http://www.biologico.sp.gov.br/artigos_ok.php?id_artigo=159

Doença de Marek

Doença de Marek 


A Doença de Marek é uma enfermidade neoplásica causada pelo vírus alphaerpesvírus. A doença é caracterizada por infiltração de células mononucleares nos nervos periféricos e em outros órgãos e tecidos, como os olhos, pele, testículos, baço, rins, ovários e vísceras do organismo das aves.


 Etiologia:
A doença é causada por um herpesvírus forte, que sobrevive á temperaturas ambientes durante um bom tempo, sendo resistentes a desinfetantes e fenóis, muitas vezes utilizados em locais de granja para a limpeza. 


Transmissão
:

A transmissão da doença pode ocorrer por contato entre aves e aparentemente por vias aéreas, que é a forma mais comum da infecção. Aves infectadas pelo vírus liberam-no através da descamação dos folículos da pena. A transmissão indireta dá-se por contaminação de equipamentos, alimentos, pessoas, animais e insetos, que podem entrar em contato com os lotes aviários.

Sinais Clínico:
Os principais sinais são paralisia progressiva das extremidades (pernas, asas e pescoço), dilatação no papo, perda de peso, cegueira e pupilas irregulares. Na maioria das vezes, o pescoço da ave fica prostrado e caído.  


Tratamento e controle:

Limpeza e desinfectação das granjas reduzem o número de partículas de vírus, reduzindo a contaminação das aves. A vacinação é uma importante prática profilática. É necessário vacinar os pintinhos com 1 dia de vida. A vacinação irá proteger os mesmos contra a doença, caso eles tenham contato com aves maiores e portadoras do vírus. 

Ave com paralisia 

Ave com sinais clínicos: cegueira e anorexia




Texto: Isabela Araújo

Fonte: www.infoescola.com.br